leu leutraix
por leu leUma mídia esquerdista que não consegue deixar de ser viúva do Pacto de
Varsóvia mente descaradamente. Declaram que "os EUA vão ter menos
amigos"; "o terrorismo vai aumentar". "O Brasil será beneficiado com o
apoio de Lula a Saddam" etc. Tanta farsa que parece que o "Ministro da
Informação" de Saddam Mohamed Safa está orientando as redações de
jornais e revistas brasileiros. Este desempregado e anônimo Engenheiro
Agrônomo irá dizer a verdade sobre este tema, algo que geralmente
jornalistas famosos e profissionais são totalmente incapazes de dizer.
Vou mostrar a todos que o terrorismo islâmico vai diminuir que os EUA
vão ter mais amigos e que o Brasil só perderá com a desastrada posição
de Lula. Evidentemente que não posso desmentir todas as farsas aí
ditas sobre as conseqüências da guerra. Este artigo tem que ser curto.
Ficarei apenas em desmascarar algumas farsas ditas por aí.
Farsa 1: O terrorismo islâmico irá aumentar.
Errado. Para começo de conversa o terrorismo islâmico não é novo.
Islamismo e terrorismo islâmico são irmãos siameses históricos. Um
nasceu junto com o outro. Aterrorizar os adversários imaginários ou
reais do islã foi objetivo primário de Maomé. Ele mandou matar a
poetisa Achitima Bin Maruam, mãe de 5 filhos enquanto ela dormia. O
crime terrível de Achitima seria que ela teria escrito um verso
desrespeitoso a Maomé. Mandar matar supostos inimigos enquanto eles
dormiam ou publicamente foi preocupação primária de Maomé. O
terrorismo islâmico tem longa e mais que milenar História. Vítimas
famosas incluem o genro e primo de Maomé, Ali ainda no século VII, e
Anuar Saddat Presidente e ditador do Egito em 1981.
Neste caso específico eu acredito que o terrorismo islâmico irá
diminuir. Quanto a questão do ódio dos islâmicos aos EUA e Israel ele
é o mesmo antes ou depois da guerra. Na verdade não importa quem seja
o Presidente dos EUA. Seja quem for os islâmicos o odeiam e sonham em
fazer terrorismo. No entanto apenas vontade não basta para sustentar o
terrorismo. Também é necessário se ter apoio político e dinheiro.
Ambos foram liquidados.
A queda de Saddam é o fim dos recursos dados por ele ao terrorismo. A
perda econômica não ficará aí. Desde a queda de Saddam os
patrocinadores do terrorismo na região têm motivo para pensar duas
vezes antes de dar dólares a terroristas. Estes ditadores têm
interesse antes de tudo na sobrevivência de si mesmos e dos
familiares. Ao verem o acontecido a Saddam e familiares, sua queda
total e desgraça, estes tiranos vão cortar em parte ou em todo o
vínculo com o terror. Acabou a ilusão de se pensar que o apoio de Alá
vence qualquer arma americana. Acabou a ilusão de que os povos
preferem um ditador islâmico aos "infiéis" americanos. Foi-se o tempo
em que os ditadores da região competiam pelo apoio político e
econômico a grupos terroristas. Eles querem antes de tudo ficar no
poder e serem substituídos pelos filhos quando morrerem. Não querem
acabar como Saddam e seus familiares.
Quanto aos patrocinadores particulares do terrorismo da região eles
foram gravemente afetados pela queda dos preços do petróleo. Ele caiu
em cerca de US$10/barril desde que começou a guerra. São cerca de US$
300 milhões a menos por dia. A Arábia Saudita vai ter muito problema
em manter a imensa rede de madrassas que produz anti-semitas em série
no mundo islâmico. Com o domínio americano sobre o petróleo do Iraque
acabou a dependência global e americana do petróleo saudita. Quanto à
Síria, exportava como seu o petróleo iraquiano. Mais da metade do
petróleo "sírio" era iraquiano. Isto acabou. Os cofres públicos sírios
foram arrombados.
Resumindo tudo: a opinião muçulmana sobre Israel e EUA é a mesma de
sempre. O que mudou foi que acabou totalmente tanto a base política
quanto grande parte da base econômica do terrorismo na região. O
terrorismo vai diminuir e não aumentar nos próximos anos. A falta
tanto de dinheiro como de santuário será um tremendo problema para
terroristas.
Farsa 2: Os EUA terão menos amigos.
Errado. Há quase 500 anos Nicolau de Maquiavel escreveu: "Quem tem
boas armas tem bons amigos". Uma frase maquiavélica mas verdadeira. A
humanidade gosta de força, não de fraqueza. Quem define o destino das
nações são seus líderes e não estudantes da cara pintada ou não.
Qualquer líder com alguma noção de responsabilidade irá ver que é
necessário pelo menos o silêncio dos EUA.
Até Fidel Castro viu o que ele vai ter que fazer. Acabou o tempo em
que Fidel sustentava dúzias de grupos terroristas. Ter boas armas
americanas contra ele fez Fidel mudar de política. No mundo muçulmano
o ditador Kaddafi estava patrocinando terrorismo na Europa. O então
Presidente americano mandou bombardear a Líbia. Kaddafi mudou e hoje é
opositor do terrorismo. Força muda a opinião de inimigos.
Para completar, força traz mais amizade ainda dos amigos. Os EUA
patrocinam e apóiam Israel. Ainda assim toda a frota de caças saudita
é americana ou inglesa. Quando a Arábia Saudita quis escolher o seu
tanque escolheu tanques americanos Abrams. Os tanques brasileiros
foram muito bem no teste e eram mais baratos. No final os sauditas só
compraram tanques americanos. A fábrica brasileira que produzia o
tanque, a Engesa, faliu e os sauditas nada fizeram para a salvar.
Resumindo: os americanos vão ter ainda mais amigos. Força é o maior
atrativo para uma nação. O mundo apóia quem é rico e poderoso, não
quem se diz aliado do Saddam Hussein.
Farsa 3: O Brasil ganhará com a posição de Lula de apoiar Saddam
Hussein.
Errado. Não há quem saiba o motivo do apoio de Lula a Saddam Hussein.
Pode-se atribuir o apoio de Lula a Saddam à loucura, maus amigos, má-
fé, desejo de ser apoiado pela CUT, etc. Seja lá qual for o motivo
para a imbecilidade de Lula ela custará caro aos brasileiros. Note-se
que a posição de Lula não foi sequer de fechar a boca. O presidente
Lula descaradamente e publicamente apoiou Saddam Hussein. Embora o
total apoio de Lula em nada tenha melhorado a vida de Saddam este
apoio desastrado será sempre lembrado pelos EUA.
Por enquanto os EUA estão preocupados em consolidar seu poder sobre o
Iraque. O apoio declarado e público de Lula a um inimigo declarado dos
EUA e de Israel não será esquecido. As nações esquecem rapidamente o
bem a elas feito mas não deixam nunca o mal por isto mesmo. Os
americanos vão querer se vingar do apoio de Lula a um inimigo
declarado deles e de Israel. Terão em favor deles a total
superioridade militar econômica e política. Tudo combinado com a
sensação de injustiça e a vontade de se vingar de Lula. Nosso
presidente apoiou um anti-semita nojento e sem escrúpulos. Impunidade
não faz parte do vocabulário dos americanos. Eles não vão "deixar por
isto mesmo" o gesto de Lula.
Quem irá pagar pela decisão de Lula será o povo brasileiro. O Brasil
já é impotente militarmente e insignificante economicamente. Para
completar tem um presidente que não sabe deixar de apoiar um anti-
semita corrupto, lunático, genocida, tarado e inimigo dos americanos e
de Israel. Resumindo: o apoio de Lula a Saddam Hussein foi um
desastre. E o troco por este apoio está a caminho sendo a conta paga
LEU LEUTRAIX
A NOIVA DE KING KONG
NOIVA DE KING KONG
Por Jorge Serrão
leu leutraix
O bicho é autoritário e absolutamente jurássico. Nos seus delírios animalescos de poder, sem noção de limites, acha que pode tudo. Gosta de ganhar no grito e massacrando os adversários impiedosamente. E comemora batendo no peito. Monstro, abusado, arrogante, truculento, carente, rebelde e cheio de vontade.
A maioria reclama que não o suporta. A “zelite” (principalmente a sua banda decadente) o detesta. Mas muita gente admira seu estilo ou, ao menos, o tolera. Só que tem gente que é apaixonada por ele. E adora viver sob sua pretensa proteção. Azar dessas pessoas dependentes!
Antes que os mais precipitados se manifestem (com prazer ou raiva), essa descrição não é de nosso poderoso chefão Presidente da República. Sorte nossa, o companheiro não tem este poderio todo. Além disso, King Kong só bebe água. Mas a longa lista de adjetivos bem se aplica ao Estado Brasileiro – que embriaga muita gente. Afinal, o leviatã tupiniquim age de forma monstruosa e mecânica, quase animalesca, porque não é fruto da sociedade.
Aliás, nosso Estado é uma “invenção” de outro Estado (o ibérico, cheio de vícios históricos que se reproduziram como praga). A sociedade brasileira paga um elevado custo histórico pelos vícios de origem do “nosso” Estado – que nunca foi “nosso”, de verdade. Temos de entregar o Brasil a si mesmo e aos brasileiros. Mas quando isto será feito?
Indo logo para os finalmentes, depois desses longos entretantos, nosso alvo não é o Estado Gorila – como o título lá em cima sugere. O fundamental é debater o comportamento das pessoas coniventes com a truculência (ou as macaquices) deste Estado pré-histórico – que finge pós-modernidade, tem feições globais, mas, no fundo, é vanguarda do atraso.
O importante é entender por que existem as noivas do King Kong. Quais os motivos que levam tanta gente a aceitar, passivamente, os abusos e a violência institucional do Estado? Por que a maior parte da nossa sociedade se encanta com o “King Kong”, a ponto de lutar para fazer parte de seu corpo funcional? King Kong é uma mãe? Ou um amante maravilhoso?
A “Síndrome da Noiva do King Kong” bem que deveria ser uma doença psiquiátrica cadastrada no Código Internacional de Doenças. Muita gente sofre desta patologia no Brasil. A noiva original do gorilão da ficção é a justa e perfeita loura burra. Não tem nada na cabeça. Só vive no mundo do glamour, tirando proveito de sua beleza física. Assim esconde bem sua feiúra interior.
Carente, a mocinha se deixa seduzir pelo poder do macaco gigante. Quase se apaixona por ele ou pelo poder dele. E a bela paga o mico de ser conivente com a fera. A ignorante aprova as atitudes do monstro, porque não toma consciência de que “a pior reprovação é aquela imposta pela própria consciência”. (Aliás, escrevi tal frase no quadro negro antes de uma última aula para universitários de jornalismo no semestre que acaba de ir para o espaço).
O recado é bem objetivo. A noiva do King Kong precisa tomar vergonha na cara. Deixar de ser otária ou fingir inocência para sobreviver pendurada nos galhos do Estado Gorila. Saiba, linda mocinha, que o macacão só quer se aproveitar de sua ignorância para mantê-la sob controle, como eterna bonequinha massa de manobra. Mas as beldades não aprendem com os erros. E repetem, historicamente, as mesmas besteiras. Vivem passivamente, à espera da salvação que jamais virá pelas mãos do “macaco”.
Triste é constatar como as noivas do King Kong se reproduzem no cotidiano brasileiro. No serviço público, nem se fala. Até nas Forças Armadas, elas agem como pragas. Acreditam até em promessa de Gorila Genérico! Nunca se viu tamanha passividade, conivência ou subserviência. O gorilão estatal faz a sacanagem que quer, na hora que deseja. Seu corpo funcional obedece mecanicamente à lógica do próprio monstro. Para piorar ainda mais o problema, ajuda o “animal” a inchar e se reproduzir. Azar de quem age assim. Mas o péssimo agouro de tamanha insensatez pesa, mesmo, é sobre o resto da sociedade.
A solução para neutralizar as amantes do macaco é politizar o debate. Sem política nada vai mudar para melhor. A política deve ser a arte de governar para o bem comum. Quem faz política nessa direção e sentido não pode se comportar como as noivinhas do King Kong. Acima de tudo, precisa ter o compromisso de fidelidade com a Democracia – aqui entendida como a prática da Segurança do Direito Natural, através do exercício da razão pública. Esta é a base para as transformações sociais.
Pulando para outro galho, mas ainda falando do condenável comportamento namoradas e do problema da infidelidade na falta de política hoje praticada no mundo globalizado, vamos falar de uma beldade que daria uma perfeita noiva do King Kong. A ex-modelo e cantora Carla Bruni, namoradinha do presidente francês, Nicolas Sarkozy, revelou aos jornalistas que votou em Segolene Royal, adversária do homem por quem se diz “apaixonada”. Desculpa da mocinha: "Minha família sempre foi de esquerda". Como bem comentou Hélio Fernandes, na Tribuna da Imprensa: “Não faz mal, na cama ela dorme do lado direito”.
A modelinho brasileira Letícia Carlos é outra que daria uma linda namorada do Kong. Fica a sugestão para o filme que a mídia amestrada brasileira deveria produzir, com o patrocínio do Bolcheviquepropagandaminister, sobre os feitos do desgoverno Lula. A ex-namorada do jogador do São Paulo Richarlyson será capa da revista Playboy de janeiro. A linda estudante de educação física de 19 anos foi fotografada por JR Duran em um hotel desativado no centro de São Paulo. O romance de Letícia e Rycharlyson durou meteóricos três meses. O craque terminou o namoro (quase noivado) porque "não queria ver a futura mãe de seus filhos nua em uma revista". Nem o Kong faria melhor. Golaço!
Vida que segue, no mundo ainda existe gente mais crédula que a Velhinha de Taubaté ou que as noivas do king Kong. A União Postal Universal (UPU), que representa 191 países, informa que aumentaram este ano as cartas ao bom velhinho. "Papai Noel tem mais de 5 milhões de ajudantes em todo o mundo para responder às cartas que recebe e entregar os milhões de cartões de Natal, pacotes e cartas que circulam nessa época das festas de fim de ano". Nem a internet conseguiu tirar o glamour de escrever cartas tradicionais ao velho que tem barba branca, se veste de vermelho, mas não é meliante do partido que mama nas tetas do Estado King Kong, sob a alegação de que luta pelo socialismo. Sorte das criancinhas!
O problema é que ilusão pode ser bonitinha, mas, no final das contas, acaba sendo ordinária. Papai Noel se transforma na expressão do consumismo que violenta o espírito verdadeiro do Natal. Iludidos se esquecem que o único que merece um presente é o aniversariante. Foi o menino Jesus quem nasceu no dia 25 de dezembro, 2007 anos atrás. Ele merece parabéns. Mais ninguém.
Paremos, agora, para pensar em Jesus Cristo. Não só neste Natal! Mas em todos os dias, em cada atitude e pensamento, faça Jesus renascer no seu corpo, na sua mente e no seu espírito.Ame Jesus de coração. Torne-o vivo neste mundo dos cada vez mais vivos. Pratique a Verdade. Não deixe o sistema te transformar no king Kong e, muito menos, na noiva dele.
Isso mesmo
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