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domingo, 19 de abril de 2015

A morte

A MORTE VISTA NO PRISMA DE LEU LEUTRAIX

É difícil ser ateu. Encaramos a morte com olhos aterrorizados. A despeito de todos saberem que ela é inevitável, nós a encaramos como o fim de tudo. Não esperamos nada do além-túmulo. Não estamos indo ao encontro a deus ou a eternidade.

Quando nos apaixonamos, não esperamos viver no paraíso ao lado de nossas esposas ou maridos. Tornar-se-á célebre a frase de Ann Druyan, viúva de Carl Sagan, um dos ateus mais respeitáveis dessa geração, ao falar da despedida do marido, no leito de morte: “Nenhum apelo a Deus, nenhuma esperança sobre uma vida pós-morte, nenhuma pretensão que ele e eu, que fomos inseparáveis por vinte anos, não estávamos dizendo adeus para sempre.” São palavras terríveis, mas sabemos que são verdade.

Sabemos. A consciência ateísta, quando surge, nos eleva a uma percepção única. Passamos a enxergar a vida como a areia da ampulheta, que escorre inexoravelmente pela fenda. Não importa o quão correta tenha sido sua vida, no fim, a morte reina absoluta. ANTONIO VIDES JUNIOR
É preciso mudar, e mudar o mudado.

Vejo a mote com muita naturalidade. Seja lá Quem ou o que fez tudo, fez pra que um dia acabasse, planetas, estrelas, oceanos, mares, vida unicelular, vital multicelular, e todo ser que vive um dia morre, e tudo funciona assim. Não consigo entender como pessoas dizem que queremos viver pra sempre, se tudo o que existe um dia vai acabar. Eu não consigo me ver vivendo eternamento, um dia de domingo em casa sem fazer nada já me mata de tédio, imagina uma "vida eterna" entediante, as pessoas pediriam a morte e ela não viria, seria igual ao vicio de crack, as pessoas querendo largar o vico e não podendo, seria igual quando temos insonia e não conseguimos dormir. As proprias palavras "Vida Eterna" é uma utopa, me digam alguma coisa, ser, planeta, estrela, qualquer coisa que seja palpável, visivel que exista nesse planeta ou fora dele, em algum lugar longinquo que seja eterno? NADA é eterno.

Eu não quero viver eternamente, por um unico motivo simples, não quero ser egoista com os outros bilhões de pessoas q morreram, ou todos os que nasceram e ainda vão nascer vão viver eternamente ou ninguem vive e aceita a condição de seu cilco de vida. É muito egoimo querer isso pra nós e nossos parentes e o resto que morra. Acho que a grande virtude dessa vida é: Primeiro, crecer feliz, Segundo: Levar uma vida feliz e normal, Terceiro: Fazer outras pessoas felizes, Quarto: Criar uma familia e passar bons valores adiante, Quinto: Envelhecer com pessoas que se gosta, e Sexto e mais importante: Morrer com dignidade, deixando um legado bom pra quem ficar.

O problema dos não-ateus é sempre achar que os ateus são pessoas infelizes, e q a morte pra eles é o fim de tudo, um fim melancolico. Falam isso como tendo a certeza que nunca vão morrer, e tendo a certeza que alguem os salvará... Não sou ateu, mais tb não acredito em julgamentos, morte, vida, quero crer sempre que o dia de amanha será melhor que o dia de hoje, e é farei o que puder pra que isso aconteça.
leu leutraix
LEU LEUTRAIX às 08:17
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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Segunda guerra mundial

No fundo do mar
leu leutraix

As luzes do amanhecer iluminavam debilmente o contorno das coisas. Vários homens, em fila indiana, acercaram-se rapidamente da praia, e buscaram refúgio entre as rochas. Um solitário avião alemão de reconhecimento passou nesse instante sobre o local. Os homens se imobilizaram, colados às parede das rochas. Segundos depois, o avião inimigo perdeu-se nas distância. Então, o grupo retomou as marcha. Agachados, todos se acercaram alguns metros mais da franja das ondas, fracas naquele ponto. Uma ordem partiu do que encabeçava o grupo. Pararam todos, e febrilmente começaram a abrir as sacolas que levavam. Num instante o chão de areia fina se cobriu de trajes de borracha e grandes escafandros. Uma nova ordem e os equipamentos foram colocados em fila. O comandante do grupo passou rapidamente e inspecionou cada elemento. Em seguida, com um gesto, ordenou a continuação da operação. Os homens começaram a vestir as roupas. Depois, auxiliados por um novo grupo que havia aparecido silenciosamente, ajustaram os escafandros. Compridos tubos de borracha foram arrastados até as pedras e atarrachados a bombas de ar, que permaneciam ocultas. Dois minutos depois, a equipe de mergulhadores estava pronta para descer às profundezas. Um a um, os homens foram submergindo. Em seguida, os que cuidavam das bombas cobriram com areia, os tubos que penetravam na água, e se esconderam apressadamente. A operação começara. A partir deste instante, a 10 ou 20 metros de profundidade, os mergulhadores ficaram entregues a sua sorte. Sua missão: extrair dos barcos afundados tudo que pudesse ainda ser de utilidade na defesa de Sebastopol. 

Ali, nas profundezas, havia granadas, bombas, peças de máquinas, medicamentos e armas. Tudo era útil. Tudo podia servir aos defensores. Mas também existia ali outra coisa que apavorava os mergulhadores. Algo que provocava reações tais que tornavam terrível o mergulho. Ali, em baixo, havia cadáveres. Cadáveres de homens e mulheres. E cadáveres de crianças. Centenas de homens, mulheres e crianças que pereceram ao afundar-se seus barcos sob o impacto das bombas alemães. E aquele cadáveres deviam ser apartados para os mergulhadores entrarem no interior dos barcos. E muitos deles, ao serem abertas as portinholas, saíam flutuando ao encontro dos vivos…

O espetáculo, horrendo, era temido pelos russos. Os mergulhadores russos, experientes e veteranos de cem campanhas, sofriam diante da idéia de flutuar num mundo silencioso e povoado de cadáveres. Porém, além dessa recusa instintiva, impunha-se a férrea decisão de resistir e salvar a sua cidade. E sem vacilar mergulhavam uma, outra, várias vezes.

Ao sair à superfície, nos momentos de calma em que a aviação alemã não sobrevoava a zona, os mergulhadores traziam caixões de granadas, peças de máquinas, e medicamentos principalmente. As granadas, sem perder um segundo, eram transportadas à linha de frente. Os medicamentos, bandagens especialmente, eram estendidas ao sol para secar e ficarem em condições de uso novamente. Os terríveis mergulhos se repetiram dia após dia, enquanto os russos mantiveram a cidade em suas mãos. Animados por uma fé inquebrantável, os mergulhadores desceram centenas de vezes. E milhares de granadas foram salvas e usadas contra o invasor.

CANHÃO DORA
LEU LEUTRAIX