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sábado, 14 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Recarga pay
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Compra de mp
MP aponta crime de extorsão em compra de medida provisória no governo Lula http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mp-aponta-crime-de-extorsao-em-compra-de-medida-provisoria-no-governo-lula autorizado para leu leutraix
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Mochileiros da fė
LEU LEUTRAIX NEWS
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sábado, 22 de novembro de 2014
mochileiros da fé
O avanço da Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada por Valdemiro Santiago (foto), chama a atenção de especialistas que já enxergam uma inevitável concorrência. Autor de uma tese sobre a igreja diz que o aparecimento da denominação trouxe à tona um fenômeno entre os evangélicos sobre a máxima de que “nada se cria, tudo se copia”.
São seis horas da manhã de um domingo e algo anormal acontece na região central da cidade de São Paulo, geralmente deserta no primeiro dia da semana. Veículos e pedestres disputam lugar na Rua Carneiro Leão, que abriga a sede da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), a mais nova denominação neopentecostal de grande porte a surgir no cenário brasileiro.
Dentro do enorme salão, antes utilizado por uma fábrica e agora chamado Templo dos Milagres, cerca de 15 mil pessoas parecem hipnotizadas pelo discurso do homem de meia-idade, negro e alto que está sobre o palco. O cenário lembra uma mistura de romaria católica, com fiéis segurando esperançosamente fotos de parentes, carteiras profissionais e garrafas de água – objetos que mais tarde serão ungidos –, e arena de boxe, com refletores e câmeras de tevê iluminando o tablado central. Não se pode perder uma cena sequer – afinal, todo o material gravado vai ao ar nos diversos horários que a igreja ocupa na tevê.
O foco das atenções é Valdemiro Santiago de Oliveira, 45 anos, o apóstolo da denominação. Com inconfundível sotaque mineiro – é natural da pequena cidade de Palmas, interior de Minas Gerais –, o pregador movimenta-se de um lado para o outro, com bom domínio de cena.
Entre suas pregações feijão-com-arroz, ele se define, rindo, como “roceiro” e “comedor de angu”. Abraça as pessoas, chora com elas e derrama grossas gotas de suor, prontamente enxutas com uma toalhinha que depois é disputada pelos fiéis. Microfone em punho, Valdemiro entrevista pessoas da platéia. Testemunhos de cura de câncer, Aids, surdez, miopia se misturam a relatos de famílias restauradas, filhos que largaram as drogas e empregos que caíram do céu, tudo contado sob forte emoção.
Tanta efervescência tem feito com que a Igreja Mundial cresça e apareça. Nascida há pouco mais de dez anos, em Sorocaba (SP), a denominação já alardeia possuir 500 templos em quase todo o país, além de representações em Portugal, Espanha, Japão e Moçambique, bem como nos vizinhos Uruguai, Argentina e Colômbia. Não se tem estatística confiável sobre o número de membros, mas os templos surgem aos borbotões pelos centros urbanos, repetindo o que aconteceu, em tempos idos, com duas outras gigantes neopentecostais: a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), surgida em 1977, e a Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada em 1980 como dissidência da primeira.
O avanço da IMPD chama a atenção de especialistas, que já enxergam uma inevitável concorrência. “O crescimento da Igreja Mundial põe em evidência uma feroz disputa por fiéis”, opina o professor Ricardo Bitun, doutor em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Autor da tese Igreja Mundial do Poder de Deus: Rupturas e continuidades no campo religioso neopentecostal, o especialista diz que o aparecimento da denominação trouxe à tona um controvertido fenômeno entre os evangélicos que materializa aquela máxima de que “nada se cria, tudo se copia”: “Encontrei muitos pastores, não só entre os da Mundial, que imitam os trejeitos de Valdemiro. Falam com o mesmo sotaque mineiro, andam pelo púlpito, apertam os fiéis entre os braços”, observa.
Além da clonagem de estilo, que se assemelha ao processo que ocorre na Universal – onde os pastores imitam a voz e até os gestos manuais do líder supremo, bispo Edir Macedo –, Valdemiro Santiago tem muito mais a ver com a Iurd. Foi lá que ele se converteu e foi lançado no ministério religioso, pelas mãos do próprio Macedo. Durante 18 anos, militou na Universal, primeiro como pastor, e depois bispo. Foi missionário e ajudou a expandir as fronteiras da denominação na África.
Mochileiros da fé
O dirigente da IMPD dá muita ênfase ao relato de um salvamento no Oceano Índico, narrado em seu livro O grande livramento. Ele conta que só não se afogou porque foi resgatado por anjos. “A narrativa espetacular, de alguém que foi salvo da morte, fortalece sua imagem de homem de fé e valoriza seu discurso”, observa Bitun, deixando claro que não questiona se a história é verdadeira ou não. O motivo da saída de Valdemiro da Universal teriam sido desentendimentos acerca da nomeação de novos bispos para a cúpula da igreja, processo que o próprio Macedo faz questão de capitanear pessoalmente. Fato é que uma pequena reunião domiciliar com outras dezesseis pessoas, entre as quais a mulher de Valdemiro, Franciléa, e as duas filhas, Rachel e Juliana – mais tarde alçadas aos cargos de, respectivamente, bispa, missionária e ministra de louvor –, logo começou a expandir suas tendas. Um salão alugado aqui, um cinema adaptado ali, e a Mundial foi crescendo, visando à mesma fatia de público que a Universal e a Graça: as classes de C para baixo.
“É o que chamo de mochileiros da fé. Há muitos membros egressos da Graça e da Universal, inclusive pastores e obreiros”, continua Ricardo Bitun, que também é pastor e professor de ciências da religião na Universidade Mackenzie. A disputa por almas entre as três denominações já se faz sentir de maneira intensa. As provocações contra outras igrejas são, de certa forma, incentivadas pelo apóstolo da IMPD. É comum ele entrevistar pessoas que narram suas frustrações em outras igrejas e suas conquistas na Mundial. “Ele diz: ‘Lá não aconteceu, é? Vem pra cá, Brasil, aqui o milagre acontece’. É uma forma de dizer que apenas ali e, não nas concorrentes, está a bênção”, conclui Ricardo Bitun. Não por acaso, “Vem pra cá, Brasil”, é o bordão da programação televisiva da Mundial.
Valdemiro se diz perseguido por líderes evangélicos e políticos. Diz que querem fechar suas igrejas e tirá-lo da televisão. Sem mencionar o nome, faz menção a um pregador muito “educadinho”. “Ele diz ser missionário”, provoca o líder da Mundial, numa clara alusão ao fundador e dirigente da Igreja da Graça, Romildo Ribeiro Soares, o R.R.Soares, outro que faz da telinha um púlpito para entrar em milhões de lares pelo Brasil afora.
Animosidade
Milagre é o assunto predileto de quem vai à Igreja Mundial do Poder de Deus. A maioria dos fiéis diz ter uma história para contar. “Ele é um homem ungido”, diz Isabel Clementino Ferreira, 52 anos, referindo-se a Valdemiro. Como prova da cura que diz ter recebido, gesticula amplamente os braços. “Tinha tantas dores que não conseguia fazer esses movimentos”, explica. Ao lado, as pessoas assentem com a cabeça. A comerciária Ângela Maria Marques da Silva, 53, chega para a conversa e começa a contar sua história de três anos na Igreja Universal, onde, segundo ela, nunca recebeu “a bênção”. “Aqui, com o apóstolo, fui curada de uma hérnia de disco e um mioma no útero. Quando ele chega, dá para sentir uma presença diferente no lugar”, acredita, reverente.
A mulher abre sua pequena Bíblia e lê a passagem de Mateus 24, onde Jesus afirma que derrubaria o Templo de Jerusalém e o reconstruiria em três dias, numa alusão à sua morte e ressurreição. “Sabe o que é isso? São os falsos profetas. Vê só a Renascer que desabou. Aqui, é diferente”, diz, com orgulho. A tragédia, ocorrida no dia 18 de janeiro, quando o templo-sede da Igreja Renascer em Cristo, também em São Paulo, veio abaixo, provocou a morte de nove crentes. A animosidade demonstrada pelos membros da Mundial é um eco do que é dito em seu púlpito. Em recente programa de tevê, Valdemiro se queixou que o “pastor educadinho” teria articulado com políticos maranhenses para que ele não pudesse usar o ginásio municipal da capital daquele estado, São Luís, para seus cultos. “Mas foi melhor, fizemos na praça e reunimos muito mais pessoas que caberiam no ginásio”, desdenha. Procurada por CRISTIANISMO HOJE para dar sua versão sobre o acontecido, bem como responder às insinuações do líder da Mundial, a Igreja da Graça não retornou os contatos da reportagem. Da mesma forma, a Igreja Universal, embora tenha solicitado que as perguntas fossem feitas por e-mail, não respondeu questionamentos acerca de suposta evasão de seus fiéis em direção à IMPD.
Hierarquicamente subordinado a Valdemiro, o pastor Ronaldo Didini é o homem forte da IMPD. Só que, ao contrário do chefe, que se reconhece simples e de pouca instrução, Didini é articulado, preparado e tem extrema vocação empresarial. É ele que está à frente da expansão corporativa da igreja, inclusive dando as cartas quando o assunto é televisão. Com passagem fulgurante pela Universal, onde se destacou como apresentador do extinto programa 25ª Hora, exibido pela Rede Record e que marcou época na TV evangélica brasileira, Didini também passou pela Graça, tendo ajudado a consolidar a igreja de Soares na Europa. Mais tarde, fundou lá a própria denominação, a Igreja do Caminho, mas pouco mais de três anos depois estava de volta ao Brasil.
Didini conta que chegou em situação dificílima e que foi Valdemiro quem lhe estendeu a mão. Agora, faz questão de destacar as qualidades da casa nova. “A Mundial representa um movimento autêntico de fé”, afirma. “Nosso culto tem três horas e meia e não se vê o apóstolo pedir mais do que 15 minutos de oferta”, argumenta, numa crítica nada velada à Iurd, cujos cultos promovem verdadeiros leilões de bênçãos. Ele admite que esteve “cego” no passado, em relação à teologia da prosperidade – doutrina que fundamenta a atuação das igrejas neopentecostais e que foi pregada durante anos pelo próprio Didini e por Valdemiro, que agora a definem como “coisa do demônio”.
Pressão pelo dinheiro
O pesquisador Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião pela Universidade Metodista e dirigente da Agência de Informações Religiosas (Agir), reconhece que a igreja de Valdemiro tem características que a diferem das organizações similares. “Sua metodologia diverge da praticada por outros líderes de igrejas neopentecostais. A maioria das pessoas que frequentam a Mundial é composta por gente simples, mas que se identifica com seu líder, que senta-se ao lado delas, abraça e chora com seus fiéis”, analisa. “Eu o comparo com o movimento que David Miranda, da Igreja Deus é Amor, e Manoel de Mello, de O Brasil para Cristo, fizeram entre os anos 1950 e 60, época da segunda onda do pentecostalismo brasileiro, baseado nas curas divinas – com a diferença de que está melhor preparado em termos de conhecimento e não enfatiza usos, costumes e doutrinas”, comenta Romeiro, que é pastor da Igreja Cristã da Trindade, na capital paulista.
No entanto, o estudioso acha que a Mundial já dá sinais de que logo será mais do mesmo. “O ministério de Valdemiro, assim como outras igrejas, direcionará suas ações pastorais para as necessidades imediatas das pessoas”, prevê. Ele lembra que a Mundial também usa símbolos de fé, como o copo de água, a rosa e o pão abençoado. “Isso é copyright da Universal”, brinca. Autor do livro Teatro, templo e mercado: Organização e marketing de um empreendimento neopentecostal (Editora Vozes), o professor Leonildo Campos, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo, concorda: “De todas as dissidências da Universal, apenas a Igreja da Graça e a Mundial do Poder de Deus ‘deram certo’ nesse complicado processo de clonagem e de reprodução de igrejas e fórmulas semelhantes”, avalia.
Na visão do estudioso, o que está em jogo para a Mundial é sua consolidação no mercado religioso brasileiro – no que, a propósito, iguala-se às igrejas que tanto critica. “Esses novos empreendimentos religiosos, ao empregarem a visão de mercado, desenvolvem mecanismos de competição apropriados para tempos de pluralismo e diversidade religiosa na geração de sua própria marca publicitária.” Nesta análise, a Igreja Mundial é apenas mais do mesmo – “No neopentecostalismo, está cada vez mais difícil separar o novo do velho. Na disputa por um lugar ao sol, Valdemiro tem mais é que bater nos demais pentecostais ou evangélicos tradicionais.” Leonildo lembra outro ponto comum entre as denominações dessa linha teológica: a pressão pelo dinheiro, fundamental na manutenção dos enormes aparatos de mídia que montaram. O estudioso estima que o gasto mensal da IMPD com televisão chegue aos 5 milhões de reais mensais, embora o montante e a origem do dinheiro arrecadado sejam guardados sob sigilo absoluto. “A pressão pelo dinheiro já levou a uma monetarização dos cultos em vários grupos neopentecostais. Aqui, o milagre não acontece sem que os pastores, bispos ou apóstolos peçam dinheiro.”
Telinha disputada
Desde que assumiu 22 horas diárias na programação do Canal 21, da Rede Bandeirantes, Valdemiro Santiago, apóstolo da Igreja Mundial do Poder de Deus, evidenciou algo que até então era pouco falado: a guerra pela audiência evangélica na tevê brasileira. Além do Canal 21, a Mundial ocupa espaços na Bandeirantes, na Rede TV! e na Rede Boas Novas. A voracidade pela telinha se explica. Desde a década de setenta, quando televangelistas americanos como Pat Robertson, Rex Humbard e Jimmy Swaggart fizeram sucesso entre os crentes brasileiros, a TV se revelou o melhor espaço para ganhar almas para Cristo e fiéis para as igrejas.
O veterano missionário R.R.Soares está no ar desde 1980. Atualmente, a Igreja da Graça tem apostado suas fichas na própria emissora, a Rede Internacional de Televisão (RIT). Com programação diversificada, que inclui cultos, jornalismo, entretenimento, debates e infantis, entre outras atrações, a RIT tem abocanhado fatia grande do público evangélico. A Graça também investe pesado em TV aberta, com diversos horários comprados na Bandeirantes, CNT e Rede TV!
Já a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) é dona da Record, a segunda maior rede da televisão brasileira. Embora o projeto de desbancar a Globo não passe de megalomania do bispo Edir Macedo – apesar de alguns triunfos sobre a rival, como a exclusividade na transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012 –, a Record tem crescido e conquistado cada vez mais telespectadores e publicidade. Na Iurd, a estratégia é adquirir espaços na grade da Record para transmitir cultos e programas apresentados por seus bispos. Além da mídia própria, a igreja também compra horários na Rede TV!
***
Fonte: Cristianismo Hoje
leu leutraix
LEU LEUTRAIX NEWS às 09:28
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sexta-feira, 12 de junho de 2015
Injusticas
Como é que um ser ONISCIENTE precisa testar as pessoas porque não sabe se elas lhe são fiéis ou não? Como é que um ser ONIPRESENTE pode não se manifestar diante de, por exemplo, o horror de um animal que estraçalha o outro e começa a comer suas entranhas enquanto o coração ainda bate e o medo ainda está nos olhos da vítima? Como é que se pode dizer que todo o mal que existe no mundo é culpa dos seres humanos se esse que foi citado logo acima e outros tantos existem e não tem nenhuma relação com o animal humano? Como é que uma mãe qualquer, que está infinitamente abaixo da grandeza que se atribui a deus, pode amar e proteger seu filho de uma forma mais total do que o deus que dizem que é pai?
Por essas e outras, depois de muito pensar nas coisas (tantas tantas!) que não sabe, uma pessoa mais questionadora e inconformada acaba por perceber e assumir seu ateísmo concluindo que não há a mínima possibilidade de existir deus, e que um deus que existisse e fosse o que dizem que ele é não elegeria representantes privilegiados, principalmente entre os homens, esses seres tão passíveis de corrupção e maldade.
Repetindo: Deus, por definição, é um criador todo poderoso e todo bom, nunca vemos ou ouvimos alguém que acredita nele, ou diz acreditar, defini-lo de outra forma que não seja essa, basicamente. Nunca alguém que crê em deus negaria, na definição do que seja deus essas duas características: ele é, tem que ser, poderoso e bom. Se você perguntar quão poderoso a resposta será “infinitamente”. Se perguntar o quanto ele é bom, a resposta será “infinitamente”. Deus é, portanto, por definição, infinitamente poderoso e infinitamente bom.
Daí se conclui que qualquer coisa, ser ou entidade que não seja infinitamente poderoso e infinitamente bom não será deus, certo? Ou seja, se por acaso existir uma mente qualquer que criou o mundo mas que não é bom nem ruim, não julga, não participa, não interfere, essa mente, que muitos agnósticos explicam que pode existir, não poderá ser chamada de deus. Deus, para ser deus, tem que ser infinitamente bom e infinitamente poderoso. É o deus cuja existência afirmam os deistas, é o deus cuja existência o ateu nega.
Deus é também o criador, tanto é que muitos usam a palavra criador no lugar da palavra deus para se referir a ele. Esse criador, que é deus, criou o universo, criou o mundo, criou tudo que vemos e tocamos, criou a nós mesmos. Não há deísta que não afirme com toda a convicção que deus é o criador e que deus criou tudo que há, dão inclusive como prova palpável da existência desse deus criador as coisas da natureza que invariavelmente encantam a percepção humana e que podem, inclusive, de forma um tanto spinoseana, ser confundidas com o próprio deus.
As flores e seus perfumes, as aves e suas cores, as frutas e seus sabores seriam manifestações de deus, seriam provas concretas da existência desse deus e até mesmo, querem alguns, da bondade infinita desse deus que criou tudo. Mas é claro que do horror do parasitismo mais torturante e letal que abunda nessa mesma natureza tão louvada, os deistas nem sequer tomam conhecimento e são ensinados nas igrejas a nem lembrar disso quando usam a natureza como prova da existência de deus.
Pois bem, se esse deus que é por definição infinitamente poderoso e infinitamente bom criou tudo o que existe, então ele teria fatalmente que ter criado também o mal e o tal capeta, diabo, canhoto ou do que mais o chamem, afinal, se criou tudo não há como se furtar de ser criador também do que há de ruim, feio, defeituoso. Venhamos e convenhamos, de acordo com os que nele creem, ele criou o homem e o homem, como espécie, é um digno representante do que se pode definir como ruim, feio, defeituoso. Por mais que existam pessoas maravilhosas no mundo, e existem muitas, essas mesmas pessoas hão de reconhecer que, como espécie, o ser humano não é nenhum modelo de virtudes.
Acontece que todos os que acreditam em deus afirmam que quem criou o mal fomos nós, os seres humanos. Sempre que algum ateu atrevido feito eu tem a audácia de colocar um deista diante da questão do mal e do fato duvidoso de o deus que ele afirma ser bom permitir a existência do mal, a resposta é que o mal não é culpa de deus e sim do homem. Todo ateu, toda pessoa que alguma vez levantou essa questão certamente já ouviu isso centenas de vezes, não existe outro argumento. Nós somos responsáveis por todos os males do mundo, inclusive, ironicamente, se a gente for acreditar no que os defensores de deus dizem, pelos males que existiam antes da própria criação da raça humana.
É engraçado que eles não se deem conta de que quando colocam a invenção do mal sobre as costas da raça humana nos acusam também de termos inventado todas as doenças e, consequentemente, os vírus, as bactérias, os parasitas, as falhas hereditárias. Teríamos inventado também todas as catástrofes naturais, fomos os criadores dos vulcões, dos terremotos e maremotos, dos relâmpagos, das secas e das enchentes. Fica engraçado dito assim, mas pensem bem, não é isso que estão dizendo quando culpam o ser humano pela existência do mal?
Somos os responsáveis pela existência do mal, portanto, seguindo esse raciocínio, deus não seria, na verdade, o criador de tudo. Tá, tudo bem, ele teria criado o ser humano que criou o mal, mas, ainda de acordo com o que dizem, ele, deus, não é culpado pela existência do mal, então, seguindo essa orientação e tirando essa responsabilidade das costas dele, deus deixa de ser o criador de tudo o que existe, ou seja, dessa forma, tira-se dele a responsabilidade pela criação do mal, que é parte do todo, e deus deixa de ser o criador de tudo, ele perde assim uma das características que o definem.
Sem essa qualidade de criador, que é parte constituinte dele, deus estaria incompleto e não existiria como deus, consequentemente e logicamente; ou poderia, no máximo, dividir função, porque alguém que não ele – e seguramente não o homem – teria criado tudo aquilo que ele não criou. Daí não teríamos um deus único, um único criador, como afirmam e querem os deistas. Vejam, pensem, um deus criador e único não pode deixar de ser responsável também pela criação do mal porque caso o faça deixa automaticamente de ser o único criador e passamos a precisar de um segundo deus.
Na verdade dá pra perceber um verdadeiro paradoxo aqui: Se deus criou tudo, criou também o mal, mas se criou o mal não pode ser, como afirmam, um deus todo bondade. Ao mesmo tempo, se ele não criou o mal, então não criou tudo. Em nenhuma das duas hipóteses deus se sustenta como o deus criador, todo poder e todo bondade como o definem. Parece que deus caiu numa arapuca: Se criou o mal não é deus porque não é todo bom, se não criou não é deus porque não é o criador de tudo. Decididamente é mais fácil acreditar que deus não existe.
Como é que um ser ONIPRESENTE pode não se manifestar diante de, por exemplo, o horror de um animal que estralhaça o outro e começa a comer suas entranhas enquanto o coração ainda bate e o medo ainda está nos olhos da vítima? O que fizeram os animais, para pagarem pelo de Adão e Eva?
O que fizemos NÓS? Quem pecou foi Eva, foi Adão. Nós pecamos por consequencia, pois deus nos condenou a todos (à imperfeição) pelo erro dos dois primeiros. Somos inclinados a pecar devido a nossa condição.
Você disse: “se cada um buscassem a Deus, vocês veriam a Glória de Deus se manifestando neste lugar!!” (sic). Então, como pode um deus de amor agir na vida de alguns enquanto outros milhões passam fome, morrem em guerras, mulheres são mutiladas e estupradas, crianças são transformadas em escravas sexuais, por aí vai….?
E essa é só uma das muitas questões.
Você vê justiça num deus que mata, ordena a guerra e mesmo sendo onipotente permite que o diabo reine por tantos milhares de anos?
Alguns dizem que deus permite isso para testar, para ver se somos fiéis a ele ou não. Mas que paradoxo: se deus realmente é oniciente, ele deveria saber TUDO, não? Para que testes? Deixar a humanidade passar por tudo isso, derramar litros de sangue, torturas, sofrimentos, dores, mortes, para provar algo que NO FUNDO ELE JÁ SABIA (pois se é onisciente sabe tudo)?
Você diz que o salvador vai voltar. Mas até lá, quantar pessoas precisarão sofrer, quantas crianças serão abusadas, espancadas, mortas? Quantos idosos sofrerão maus tratos? Quantas mulheres serão estupradas?
Mesmo que haja um livramento, e o SOFRIMENTO, e a DOR que as pessoas já sentiram?
Vamos supor que você ta passando na rua e vê um menino espancando rapaz inválido que pedia esmola no sinal, por exemplo. Chutando, batendo, maltratando… O rapaz inválido não tem a menor chance de se defender, fica lá sendo roubado e espancado. Você sabe que se o menino continuar vai acabar matando-o. Você sabe que você pode ir lá e defender o inválido a qualquer momento, afinal o agressor é só um menino pequeno. Pode chamar a polícia, chamar a mãe do menino, se meter no meio, gritar, chamar atenção, o que for. Você que é mulher de deus, que é uma boa pessoa (sem ironias, imagino que deve ser), que faria nessa situação?
Vamos continuar imaginando e vamos supor que você passe direto sem fazer NADA. Quando chegar a noite, duvido que sua cabeça não pese no travesseiro. Sei que não vai conseguir dormir, com a consciência pesada. Porque? Porque se você teve a chance de parar e não parou, se não acabou com o sofrimento daquele pobre homem inocente, EM PARTE A CULPA FOI SUA. Pois quem permite algo que tem o poder de parar, de certa forma ta causando algo. Você teria causado o sofrimento àquele pobre homem.
Com deus é a mesma coisa. Ele tem o poder de parar tudo isso na hora que quiser, no entando não o faz. Quem permite, tendo o poder de parar, causa.
fonte:http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=12&t=5345 autorizado para leu leutraix
domingo, 19 de abril de 2015
A morte
A MORTE VISTA NO PRISMA DE LEU LEUTRAIX
É difícil ser ateu. Encaramos a morte com olhos aterrorizados. A despeito de todos saberem que ela é inevitável, nós a encaramos como o fim de tudo. Não esperamos nada do além-túmulo. Não estamos indo ao encontro a deus ou a eternidade.
Quando nos apaixonamos, não esperamos viver no paraíso ao lado de nossas esposas ou maridos. Tornar-se-á célebre a frase de Ann Druyan, viúva de Carl Sagan, um dos ateus mais respeitáveis dessa geração, ao falar da despedida do marido, no leito de morte: “Nenhum apelo a Deus, nenhuma esperança sobre uma vida pós-morte, nenhuma pretensão que ele e eu, que fomos inseparáveis por vinte anos, não estávamos dizendo adeus para sempre.” São palavras terríveis, mas sabemos que são verdade.
Sabemos. A consciência ateísta, quando surge, nos eleva a uma percepção única. Passamos a enxergar a vida como a areia da ampulheta, que escorre inexoravelmente pela fenda. Não importa o quão correta tenha sido sua vida, no fim, a morte reina absoluta. ANTONIO VIDES JUNIOR
É preciso mudar, e mudar o mudado.
Vejo a mote com muita naturalidade. Seja lá Quem ou o que fez tudo, fez pra que um dia acabasse, planetas, estrelas, oceanos, mares, vida unicelular, vital multicelular, e todo ser que vive um dia morre, e tudo funciona assim. Não consigo entender como pessoas dizem que queremos viver pra sempre, se tudo o que existe um dia vai acabar. Eu não consigo me ver vivendo eternamento, um dia de domingo em casa sem fazer nada já me mata de tédio, imagina uma "vida eterna" entediante, as pessoas pediriam a morte e ela não viria, seria igual ao vicio de crack, as pessoas querendo largar o vico e não podendo, seria igual quando temos insonia e não conseguimos dormir. As proprias palavras "Vida Eterna" é uma utopa, me digam alguma coisa, ser, planeta, estrela, qualquer coisa que seja palpável, visivel que exista nesse planeta ou fora dele, em algum lugar longinquo que seja eterno? NADA é eterno.
Eu não quero viver eternamente, por um unico motivo simples, não quero ser egoista com os outros bilhões de pessoas q morreram, ou todos os que nasceram e ainda vão nascer vão viver eternamente ou ninguem vive e aceita a condição de seu cilco de vida. É muito egoimo querer isso pra nós e nossos parentes e o resto que morra. Acho que a grande virtude dessa vida é: Primeiro, crecer feliz, Segundo: Levar uma vida feliz e normal, Terceiro: Fazer outras pessoas felizes, Quarto: Criar uma familia e passar bons valores adiante, Quinto: Envelhecer com pessoas que se gosta, e Sexto e mais importante: Morrer com dignidade, deixando um legado bom pra quem ficar.
O problema dos não-ateus é sempre achar que os ateus são pessoas infelizes, e q a morte pra eles é o fim de tudo, um fim melancolico. Falam isso como tendo a certeza que nunca vão morrer, e tendo a certeza que alguem os salvará... Não sou ateu, mais tb não acredito em julgamentos, morte, vida, quero crer sempre que o dia de amanha será melhor que o dia de hoje, e é farei o que puder pra que isso aconteça.
leu leutraix
LEU LEUTRAIX às 08:17
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segunda-feira, 6 de abril de 2015
Segunda guerra mundial
No fundo do mar
leu leutraix
As luzes do amanhecer iluminavam debilmente o contorno das coisas. Vários homens, em fila indiana, acercaram-se rapidamente da praia, e buscaram refúgio entre as rochas. Um solitário avião alemão de reconhecimento passou nesse instante sobre o local. Os homens se imobilizaram, colados às parede das rochas. Segundos depois, o avião inimigo perdeu-se nas distância. Então, o grupo retomou as marcha. Agachados, todos se acercaram alguns metros mais da franja das ondas, fracas naquele ponto. Uma ordem partiu do que encabeçava o grupo. Pararam todos, e febrilmente começaram a abrir as sacolas que levavam. Num instante o chão de areia fina se cobriu de trajes de borracha e grandes escafandros. Uma nova ordem e os equipamentos foram colocados em fila. O comandante do grupo passou rapidamente e inspecionou cada elemento. Em seguida, com um gesto, ordenou a continuação da operação. Os homens começaram a vestir as roupas. Depois, auxiliados por um novo grupo que havia aparecido silenciosamente, ajustaram os escafandros. Compridos tubos de borracha foram arrastados até as pedras e atarrachados a bombas de ar, que permaneciam ocultas. Dois minutos depois, a equipe de mergulhadores estava pronta para descer às profundezas. Um a um, os homens foram submergindo. Em seguida, os que cuidavam das bombas cobriram com areia, os tubos que penetravam na água, e se esconderam apressadamente. A operação começara. A partir deste instante, a 10 ou 20 metros de profundidade, os mergulhadores ficaram entregues a sua sorte. Sua missão: extrair dos barcos afundados tudo que pudesse ainda ser de utilidade na defesa de Sebastopol.
Ali, nas profundezas, havia granadas, bombas, peças de máquinas, medicamentos e armas. Tudo era útil. Tudo podia servir aos defensores. Mas também existia ali outra coisa que apavorava os mergulhadores. Algo que provocava reações tais que tornavam terrível o mergulho. Ali, em baixo, havia cadáveres. Cadáveres de homens e mulheres. E cadáveres de crianças. Centenas de homens, mulheres e crianças que pereceram ao afundar-se seus barcos sob o impacto das bombas alemães. E aquele cadáveres deviam ser apartados para os mergulhadores entrarem no interior dos barcos. E muitos deles, ao serem abertas as portinholas, saíam flutuando ao encontro dos vivos…
O espetáculo, horrendo, era temido pelos russos. Os mergulhadores russos, experientes e veteranos de cem campanhas, sofriam diante da idéia de flutuar num mundo silencioso e povoado de cadáveres. Porém, além dessa recusa instintiva, impunha-se a férrea decisão de resistir e salvar a sua cidade. E sem vacilar mergulhavam uma, outra, várias vezes.
Ao sair à superfície, nos momentos de calma em que a aviação alemã não sobrevoava a zona, os mergulhadores traziam caixões de granadas, peças de máquinas, e medicamentos principalmente. As granadas, sem perder um segundo, eram transportadas à linha de frente. Os medicamentos, bandagens especialmente, eram estendidas ao sol para secar e ficarem em condições de uso novamente. Os terríveis mergulhos se repetiram dia após dia, enquanto os russos mantiveram a cidade em suas mãos. Animados por uma fé inquebrantável, os mergulhadores desceram centenas de vezes. E milhares de granadas foram salvas e usadas contra o invasor.
CANHÃO DORA
LEU LEUTRAIX
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
A cigarra rodrigo constantino
/ Blogs e Colunistas
Coluna
Rodrigo Constantino
Análises de um liberal sem medo da polêmica
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26/01/2015 às 16:42 \ Crise Internacional
A cigarra doente
A vitória da extrema-esquerda na Grécia, que formou um governo de coalizão com os nacionalistas de “direita”, mostra como um povo pode adotar a marcha da insensatez de forma voluntária. Não nego que os ajustes impostos pela farra irresponsável de antes são bastante dolorosos, mas a alternativa é muito pior. É como fugir da ressaca tentando se manter eternamente bêbado!
A Grécia falhou em adotar medidas realmente firmes de austeridade. Não cumpriu suas obrigações, e continua sem a menor condição de pagar seu enorme endividamento. Os eleitores resolveram simplesmente que o calote é a melhor opção, ou seja, em vez de apertar os cintos e fazer o dever de casa, melhor fingir que o problema nem existe e seguir normalmente com a vida de antes.
Só que as leis econômicas costumam ser inexoráveis e implacáveis com os irresponsáveis. A fatura inevitavelmente chega, cobrando juros e correção monetária. Os gregos tiveram que escolher entre a dolorosa fase de ajustes necessários ou a fuga pela tangente; escolheram o caminho mais fácil, e terão um futuro bem mais difícil e sombrio.
Durante o auge da crise europeia, escrevi um texto para a revista VOTO sobre o assunto, fazendo meu diagnóstico da situação: a Europa é uma cigarra doente, e a Grécia é, sem dúvida, a mais doente de todas. Mas eu já antecipava, ali, que as cigarras raramente se transformam em formigas trabalhadoras, e que provavelmente sua canção não poderia durar muito mais tempo. Esse tempo agora está acabando. Segue o texto:
A cigarra doente
Apesar do epicentro da crise mundial estar nos Estados Unidos, a economia européia é que foi parar na UTI. Mais especificamente, os países denominados PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha, na sigla em inglês) estão passando por um verdadeiro dilema sem fácil solução. A tragédia grega se espalha rapidamente para contaminar os demais membros da União Européia, todos eles vítimas do mesmo tipo de doença. Esta mazela tem nome: chama-se welfare state.
A vida animal numa natureza hostil nunca foi fácil. Não poderia ser diferente para os seres humanos. Sobreviver é uma árdua tarefa, sujeita a inúmeros riscos, além da constante necessidade de labutar para obter os recursos fundamentais. Viver bem então, levar uma “vida digna”, parece uma meta ainda mais audaciosa. Boa parte da humanidade simplesmente viveu ou vive à margem dessas benesses que os povos de nações desenvolvidas pelo capitalismo parecem tomar como certas. E quando a maioria do povo começa a encarar tais condições como “direitos” que são garantidos pelo governo, e não mais como resultado de um sistema que oferece liberdade individual e cobra responsabilidade em troca, eis quando os problemas começam.
Conceitos básicos obtidos pelo bom senso passam a ser ignorados por aqueles que, feito crianças mimadas, sonham que basta bater o pé no chão e pedir para ser atendido. Mas quem vai provê-los de tais “direitos”, na verdade vantagens duramente conquistadas? Ora, o Estado, “essa grande ficção através da qual todo mundo tenta viver à custa de todo mundo”, como dizia Bastiat. Essas pessoas, imbuídas de uma mentalidade coletivista que justifica tudo pelo “social”, esquecem que para alguém desfrutar do direito a produtos feitos pelos homens, outro deve ser obrigado a trabalhar para produzi-los. Afinal, casas, remédios, roupas, alimentos, nada disso cai do céu. Quando um povo ignora como tais recursos são possíveis, quando ele passa a acreditar que basta o governo decretar, e todos os desejos serão realizados, o encontro com a dura realidade será questão de tempo.
E o tempo de ajustes dolorosos para os europeus chegou. O aumento na quantidade de “direitos” oferecidos pelos governos europeus aos seus eleitores foi impressionante nas últimas décadas. Para financiar tais promessas, a carga tributária já subiu a patamares assustadores, fazendo com que um típico europeu tenha que trabalhar quase a metade do ano apenas para pagar impostos. A rigidez das leis trabalhistas, na ingênua crença de que garantiriam segurança aos trabalhadores (já empregados), engessou a economia, dificultando a demissão e, portanto, a contratação de pessoal. Os governos encontraram, como única alternativa para honrar seus gastos excessivos, a opção de emitir dívida. O endividamento desses governos em relação às suas economias chegou a graus insustentáveis em alguns casos.
Enquanto a maré toda está subindo, por conta de choques produtivos com a entrada de bilhões de eurasianos no mercado de trabalho, ou pela manutenção das taxas de juros em níveis artificialmente baixos, tudo parece bem. Mas quando a bolha estoura e a maré baixa, aqueles que nadavam pelados ficam expostos. É justamente este o caso de boa parte da Europa. Seu modelo de welfare state apresenta grande semelhança ao esquema Ponzi de pirâmide. Os trabalhadores novos vão sendo forçados a trabalhar mais para pagar pelos “direitos” dos outros. A previdência social, altamente benigna, no papel, com os aposentados, vai acumulando um rombo explosivo. Ocorre que a demografia não mais ajuda. Os europeus passaram a ter menos filhos. A conta não fecha. E a economia mundial deixou de ajudar, entrando em recessão. A bomba-relógio parece cada vez mais próxima de explodir.
O que deve ser feito é bastante claro do ponto de vista teórico. Esses governos precisam apertar bastante seus cintos, reduzir drasticamente seus gastos, soltar as amarras burocráticas que travam o dinamismo econômico, e deixar o setor privado respirar ares mais livres. Em resumo, a Europa precisa realizar reformas liberais, voltar a aceitar a realidade como ela é. O trabalho precisa ser enaltecido, em vez da vida parasitária à custa dos outros. A responsabilidade, sempre individual, precisa retornar, jogando para escanteio a utopia coletivista. Os fatos devem ser enfrentados. A formiga, enfim, precisa ser mais valorizada que a cigarra.
Há, entretanto, um grave problema na equação: convencer esse povo, agora já acostumado, a abrir mão dos privilégios insustentáveis. Muitos já ameaçam ou até fazem greves gerais, mostrando que não aceitarão, sem luta, regressar à realidade, largar o osso oferecido pelo governo no passado. A cigarra, mesmo doente, não deseja abrir os olhos e verificar que aquela dolce vita não existe mais. Ela irá relutar até o final. Só que as formigas cansaram de bancar a farra da cigarra. Até quando ela conseguirá cantar assim?
Rodrigo Constantino
Copiado por leu leutraix
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Um dia
Um dia a maioria de nós irá se separar, sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,as descobertas que fizemos,dos sonhos que tivemos,dos tantos risos e momentos que compartilhamos, até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim...do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai pra seu lado,segue a sua vida,talvez continuemos a nos encontrar quem sabe..nos e-mails trocados.Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens...Aí os dias vão passar, meses...anos...até este contato tornar-se cada vez mais raro.Vamos nos perder no tempo...Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão? Quem são aquelas pessoas?Diremos...Que eram nossos amigos. E..isso vai doer tanto!Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!Então é preciso cultivar a amizade dia a dia leu leutraix
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Deus
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Nove trechos da Bíblia que fazem apologia à tortura
Texto sagrado dos cristãos prega
a violência física e psicológica
Enquete do Washington Post-ABC News mostrou que os norte-americanos mais religiosos opinaram que a “técnica avançada de interrogatório” (leia-se tortura) submetida aos suspeitos de terrorismo pela CIA foi justificável, tendo em vista que a segurança nacional corre risco.
Já os norte-americanos menos religiosos, ateus e agnósticos mostraram-se indignados com o tratamento desumano aos suspeitos. A enquete foi feita entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2014, com margem de erro 3,5 pontos. Mil pessoas foram consultadas por telefone
O resultado da “técnica” utilizado pela CIA tem sido questionado por especialistas, criando-se uma polêmica porque fere os direitos humanos.
A psicóloga Valerie Tarico, autora de livros sobre crenças religiosas, preferiu abordar outro ponto.
Para ela, já era esperado que os norte-americanos mais religiosos aprovassem a tortura como método de interrogatório da CIA porque a Bíblia está repleta de justificativas para a violência, muitas ditadas pelo próprio Deus.
Ela destacou nove trechos bíblicos que pregam a tortura e dor como castigo.
1 – Maldição de Eva
Já no começo da Bíblia, Deus amaldiçoa Eva por ela ter experimentado o fruto da Árvore do Conhecimento. O castigo de Deus a ela é a dor.
Em Gênesis 3:16 Deus diz à mulher: “Multiplicarei grandemente a tua dor, e atua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”.
João 16:21 tenta relativizar a dor do parto: “A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo”.
2 – Teste de lealdade
Deus impõe a Jó o sofrimento psicólogo em consequência de uma aposta que fez com Satanás. Sem que fosse avisado disso, Jó virou um joguete dos dois. Deus apostou que Jó lhe permaneceria fiel mesmo na mais cruel adversidade. Assim, a casa de Jó caiu, esmagando seus filhos. Ele se tornou mendigo e, coberto de furúnculos, foi rejeitado pelos seus vizinhos. Deus ganhou a aposta. Jó se manteve fiel e teve de volta seus filhos e riqueza. Por causa desse episódio, até hoje cristãos costumam entender que os sofrimentos são um “teste de fé”. O fato é que, à luz do direito da atualidade, Jó poderia processar Deus e Satanás por danos morais e materiais.
3 – Deus dá ordem para “limpeza étnica”
Em Números 31: 1-35, Deus determina aos hebreus que matassem os midianistas (descendentes de Abraão com Quetura), o que hoje seria uma “limpeza étnica”. Mas Deus abriu uma exceção: as virgens deveriam ser poupadas para que fossem usadas como escravas sexuais.
Diz Números 31: 17-19: “Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele. Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós. E alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa, e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia, e ao sétimo dia vos purificareis, a vós e a vossos cativos”.
Há aqui, primeiro, a tortura física, a matança (inclusive de crianças), e, segundo, o sofrimento psicológico e físico das mulheres que foram tomadas como escravas sexuais.
Tarico observou que, embora não possa ser classificado como sadismo no sentido psicossexual clássico, esse episódio mostra a aprovação de Deus à aplicação em vítimas indefesas de sofrimento intenso e repetitivo, para obtenção de gratificação sexual ou ganho pessoal.
4 – Demonstração de força
No empenho de Moisés para libertar o seu povo da escravidão, no Egito, Deus demonstra a sua vocação para torturador, além de vingativo.
Mesmo depois de o Faraó prometer libertar os israelitas, Deus decide castigar a população egípcia, sem poupar crianças e mulheres.
Diz Êxodo 7: 3-5: “Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó, e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas. Faraó, pois, não vos ouvirá; e eu porei minha mão sobre o Egito, e tirarei meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos. Então os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando estender a minha mão sobre o Egito, e tirar os filhos de Israel do meio deles”.
O que se segue é um conjunto de perversidade contra os egípcios que preenche páginas da Bíblia.
As dez pragas que castigaram toda a população são: a água potável se transformou em sangue, rãs e sapos se espalharam por toda a região, piolhos atacaram homens e animais, o mesmo fizeram moscas, uma peste matou milhares de animais, homens e animais foram cobertos de pústulas, chuvas de granizo destruíram plantações, uma nuvem de gafanhoto atacou as plantações, uma tempestade de areia encobriu o sol por três dias, e os primogênitos de homens e de animais foram mortos.
Foi uma demonstração de força de Deus, porque, já que é tão poderoso, ele poderia ter providenciado uma solução benevolente para a libertação dos israelitas, sem impor aos egípcios tanto sofrimento.
Tarico escreveu que a perversidade divina teve o requinte de matar crianças para causar maior angústia aos seus pais.
5 - Tortura como lei
A psicóloga Valerie Tarico argumentou que, quando o povo israelita constituiu seu próprio governo, a violência foi oficializada como método de correção e dissuasão.
Um homem poderia espancar seu escravo ou escrava, desde que o infeliz sobrevivesse a dois dias.
Diz Êxodo 21: 20-21: “Se alguém ferir a seu servo, ou a sua serva, com pau, e morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado; Porém se sobreviver por um ou dois dias, não será castigado, porque é dinheiro seu”.
O Deus de Israel condenou os adúlteros à morte lenta por apedrejamento e em público:
Diz Deuteronômio 17: 5-7: “Então tirarás o homem ou a mulher que fez este malefício, às tuas portas, e apedrejarás o tal homem ou mulher, até que morra. Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. As mãos das testemunhas serão primeiro contra ele, para matá-lo; e depois as mãos de todo o povo; assim tirarás o mal do meio de ti”.
Em Provérbios há em três capítulos a recomendação para que os pais deem surra em seus filhos como método de educação.
Por exemplo: Provérbios 19:18 diz: “Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.”
6 – Tortura como instrumento de vingança
A Bíblia tem várias passagens dá respaldo à vingança por intermédio da violência.
Talvez a passagem mais bizarra seja a do profeta Eliseu que não gostou de ser chamado de calvo por alguns jovens e providenciou que duas ursas os destroçassem.
Diz Êxodo 2 Reis 2:23-24: “Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do Senhor; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos”.
Desde então não se tem notícia de alguém que tenha ficado tão enfurecido por ser chamado de calvo.
Deus recomenda a vingança mesmo contra animais irracionais, que não têm alma. Não há compaixão, porque, chifrar alguém, um boi tem de ser morto com dor e lentamente.
Diz Êxodo 21:28: “E se algum boi escornear homem ou mulher, que morra, o boi será apedrejado certamente, e a sua carne não se comerá; mas o dono do boi será absolvido”.
7 – Ameaça de tortura como intimidação
Aparecem com frequência na Bíblia advertências de que o castigo será terrível àqueles que não se arrependerem de seus pecados ou que não se converterem.
Uma delas feita por Jesus se refere a mutilações.
Diz Mateus 18:8-9: “Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno”.
8 – Sacrifício humano
A psicóloga Tarico escreveu que o sacrifício de pessoas para obter favores de deuses é certamente tão antigo quanto a humanidade, mas foi na construção do cristianismo que esse tipo de tortura alcançou seu estado de arte, por assim dizer. O Deus hebraico permitiu (ou engendrou) que seu próprio filho, um imaculado, fosse crucificado para supostamente salvar os pecadores.
E a dor e o sofrimento se tornaram características definidoras da narrativa ortodoxa da salvação cristã. A ponto de a Madre Teresa ter dito a um paciente terminal para aceitar a terrível dor que sentia como “o beijo de Jesus”. Nem Satanás seria tão perverso.
9 - Tortura eterna
Aplicar a tortura em uma só momento ou mesmo em vários deles é insuficiente para o Deus bíblico, que manda os pecadores irremediáveis e ímpios para o fogo eterno, o inferno.
A psicóloga Valerie observou que se trata da mais intensa e prolongada tortura já concebida pela mente doentia de um deus (leia-se também escritores das escrituras sagradas).
De acordo com Lucas 16:22-24, o rico também tem lugar reservado no inferno, o que revela a ideologia do ressentimento dos cristãos, conforme Nietzsche muito delineou.
Diz Lucas 16:22-24: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama”.
Jesus falou em mais de uma ocasião em “fogo eterno”, de acordo com a Bíblia.
Diz Marcos 9:47-49: “E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal”.
Outra referência ao inferno feita por Jesus aparece em Mateus 25:41: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos…”.
E, no entanto, líderes religiosos só lembram de pregar que Jesus defendia o "amor ao próximo". Mas o filho de Deus (tenha ele sido real ou não) não foi tão bonzinho como se afirma hoje. Na atualidade, ele poderia ser acusado de cometer crime contra a humanidade.
Com informação do blog de Valerie Tarico e de outras fontes, com transcrições da Bíblia Online.
24
Bíblia relata mais de 2,5 milhões de mortes em nome de Deus
Paulo Lopes publicado: 14:05
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