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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A cigarra rodrigo constantino


/ Blogs e Colunistas
Coluna
Rodrigo Constantino
Análises de um liberal sem medo da polêmica
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26/01/2015 às 16:42 \ Crise Internacional
A cigarra doente

A vitória da extrema-esquerda na Grécia, que formou um governo de coalizão com os nacionalistas de “direita”, mostra como um povo pode adotar a marcha da insensatez de forma voluntária. Não nego que os ajustes impostos pela farra irresponsável de antes são bastante dolorosos, mas a alternativa é muito pior. É como fugir da ressaca tentando se manter eternamente bêbado!
A Grécia falhou em adotar medidas realmente firmes de austeridade. Não cumpriu suas obrigações, e continua sem a menor condição de pagar seu enorme endividamento. Os eleitores resolveram simplesmente que o calote é a melhor opção, ou seja, em vez de apertar os cintos e fazer o dever de casa, melhor fingir que o problema nem existe e seguir normalmente com a vida de antes.
Só que as leis econômicas costumam ser inexoráveis e implacáveis com os irresponsáveis. A fatura inevitavelmente chega, cobrando juros e correção monetária. Os gregos tiveram que escolher entre a dolorosa fase de ajustes necessários ou a fuga pela tangente; escolheram o caminho mais fácil, e terão um futuro bem mais difícil e sombrio.
Durante o auge da crise europeia, escrevi um texto para a revista VOTO sobre o assunto, fazendo meu diagnóstico da situação: a Europa é uma cigarra doente, e a Grécia é, sem dúvida, a mais doente de todas. Mas eu já antecipava, ali, que as cigarras raramente se transformam em formigas trabalhadoras, e que provavelmente sua canção não poderia durar muito mais tempo. Esse tempo agora está acabando. Segue o texto:
A cigarra doente

Apesar do epicentro da crise mundial estar nos Estados Unidos, a economia européia é que foi parar na UTI. Mais especificamente, os países denominados PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha, na sigla em inglês) estão passando por um verdadeiro dilema sem fácil solução. A tragédia grega se espalha rapidamente para contaminar os demais membros da União Européia, todos eles vítimas do mesmo tipo de doença. Esta mazela tem nome: chama-se welfare state.

A vida animal numa natureza hostil nunca foi fácil. Não poderia ser diferente para os seres humanos. Sobreviver é uma árdua tarefa, sujeita a inúmeros riscos, além da constante necessidade de labutar para obter os recursos fundamentais. Viver bem então, levar uma “vida digna”, parece uma meta ainda mais audaciosa. Boa parte da humanidade simplesmente viveu ou vive à margem dessas benesses que os povos de nações desenvolvidas pelo capitalismo parecem tomar como certas. E quando a maioria do povo começa a encarar tais condições como “direitos” que são garantidos pelo governo, e não mais como resultado de um sistema que oferece liberdade individual e cobra responsabilidade em troca, eis quando os problemas começam.

Conceitos básicos obtidos pelo bom senso passam a ser ignorados por aqueles que, feito crianças mimadas, sonham que basta bater o pé no chão e pedir para ser atendido. Mas quem vai provê-los de tais “direitos”, na verdade vantagens duramente conquistadas? Ora, o Estado, “essa grande ficção através da qual todo mundo tenta viver à custa de todo mundo”, como dizia Bastiat. Essas pessoas, imbuídas de uma mentalidade coletivista que justifica tudo pelo “social”, esquecem que para alguém desfrutar do direito a produtos feitos pelos homens, outro deve ser obrigado a trabalhar para produzi-los. Afinal, casas, remédios, roupas, alimentos, nada disso cai do céu. Quando um povo ignora como tais recursos são possíveis, quando ele passa a acreditar que basta o governo decretar, e todos os desejos serão realizados, o encontro com a dura realidade será questão de tempo.

E o tempo de ajustes dolorosos para os europeus chegou. O aumento na quantidade de “direitos” oferecidos pelos governos europeus aos seus eleitores foi impressionante nas últimas décadas. Para financiar tais promessas, a carga tributária já subiu a patamares assustadores, fazendo com que um típico europeu tenha que trabalhar quase a metade do ano apenas para pagar impostos. A rigidez das leis trabalhistas, na ingênua crença de que garantiriam segurança aos trabalhadores (já empregados), engessou a economia, dificultando a demissão e, portanto, a contratação de pessoal. Os governos encontraram, como única alternativa para honrar seus gastos excessivos, a opção de emitir dívida. O endividamento desses governos em relação às suas economias chegou a graus insustentáveis em alguns casos.

Enquanto a maré toda está subindo, por conta de choques produtivos com a entrada de bilhões de eurasianos no mercado de trabalho, ou pela manutenção das taxas de juros em níveis artificialmente baixos, tudo parece bem. Mas quando a bolha estoura e a maré baixa, aqueles que nadavam pelados ficam expostos. É justamente este o caso de boa parte da Europa. Seu modelo de welfare state apresenta grande semelhança ao esquema Ponzi de pirâmide. Os trabalhadores novos vão sendo forçados a trabalhar mais para pagar pelos “direitos” dos outros. A previdência social, altamente benigna, no papel, com os aposentados, vai acumulando um rombo explosivo. Ocorre que a demografia não mais ajuda. Os europeus passaram a ter menos filhos. A conta não fecha. E a economia mundial deixou de ajudar, entrando em recessão. A bomba-relógio parece cada vez mais próxima de explodir.

O que deve ser feito é bastante claro do ponto de vista teórico. Esses governos precisam apertar bastante seus cintos, reduzir drasticamente seus gastos, soltar as amarras burocráticas que travam o dinamismo econômico, e deixar o setor privado respirar ares mais livres. Em resumo, a Europa precisa realizar reformas liberais, voltar a aceitar a realidade como ela é. O trabalho precisa ser enaltecido, em vez da vida parasitária à custa dos outros. A responsabilidade, sempre individual, precisa retornar, jogando para escanteio a utopia coletivista. Os fatos devem ser enfrentados. A formiga, enfim, precisa ser mais valorizada que a cigarra.

Há, entretanto, um grave problema na equação: convencer esse povo, agora já acostumado, a abrir mão dos privilégios insustentáveis. Muitos já ameaçam ou até fazem greves gerais, mostrando que não aceitarão, sem luta, regressar à realidade, largar o osso oferecido pelo governo no passado. A cigarra, mesmo doente, não deseja abrir os olhos e verificar que aquela dolce vita não existe mais. Ela irá relutar até o final. Só que as formigas cansaram de bancar a farra da cigarra. Até quando ela conseguirá cantar assim? 

Rodrigo Constantino

Copiado por leu leutraix

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Um dia

Um dia a maioria de nós irá se separar, sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,as descobertas que fizemos,dos sonhos que tivemos,dos tantos risos e momentos que compartilhamos, até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim...do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai pra seu lado,segue a sua vida,talvez continuemos a nos encontrar quem sabe..nos e-mails trocados.Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens...Aí os dias vão passar, meses...anos...até este contato tornar-se cada vez mais raro.Vamos nos perder no tempo...Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão? Quem são aquelas pessoas?Diremos...Que eram nossos amigos. E..isso vai doer tanto!Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!Então é preciso cultivar a amizade dia a dia leu leutraix

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Deus

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Nove trechos da Bíblia que fazem apologia à tortura

Texto sagrado dos cristãos prega
 a violência física e psicológica
Enquete do Washington Post-ABC News mostrou que os norte-americanos mais religiosos opinaram que a “técnica avançada de interrogatório” (leia-se tortura) submetida aos suspeitos de terrorismo pela CIA foi justificável, tendo em vista que a segurança nacional corre risco.

Já os norte-americanos menos religiosos, ateus e agnósticos mostraram-se indignados com o tratamento desumano aos suspeitos. A enquete foi feita entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2014, com margem de erro 3,5 pontos. Mil pessoas foram consultadas por telefone

O resultado da “técnica” utilizado pela CIA tem sido questionado por especialistas, criando-se uma polêmica porque fere os direitos humanos.

A psicóloga Valerie Tarico, autora de livros sobre crenças religiosas, preferiu abordar outro ponto.

Para ela, já era esperado que os norte-americanos mais religiosos aprovassem a tortura como método de interrogatório da CIA porque a Bíblia está repleta de justificativas para a violência, muitas ditadas pelo próprio Deus.

Ela destacou nove trechos bíblicos que pregam a tortura e dor como castigo.

1 – Maldição de Eva

Já no começo da Bíblia, Deus amaldiçoa Eva por ela ter experimentado o fruto da Árvore do Conhecimento. O castigo de Deus a ela é a dor.

Em Gênesis 3:16 Deus diz à mulher: “Multiplicarei grandemente a tua dor, e atua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”.

João 16:21 tenta relativizar a dor do parto: “A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo”.

2 – Teste de lealdade

Deus impõe a Jó o sofrimento psicólogo em consequência de uma aposta que fez com Satanás. Sem que fosse avisado disso, Jó virou um joguete dos dois. Deus apostou que Jó lhe permaneceria fiel mesmo na mais cruel adversidade. Assim, a casa de Jó caiu, esmagando seus filhos. Ele se tornou mendigo e, coberto de furúnculos, foi rejeitado pelos seus vizinhos. Deus ganhou a aposta. Jó se manteve fiel e teve de volta seus filhos e riqueza. Por causa desse episódio, até hoje cristãos costumam entender que os sofrimentos são um “teste de fé”. O fato é que, à luz do direito da atualidade, Jó poderia processar Deus e Satanás por danos morais e materiais.

3 – Deus dá ordem para “limpeza étnica”

Em Números 31: 1-35, Deus determina aos hebreus que matassem os midianistas (descendentes de Abraão com Quetura), o que hoje seria uma “limpeza étnica”. Mas Deus abriu uma exceção: as virgens deveriam ser poupadas para que fossem usadas como escravas sexuais.

Diz Números 31: 17-19: “Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele. Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós. E alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa, e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia, e ao sétimo dia vos purificareis, a vós e a vossos cativos”.

Há aqui, primeiro, a tortura física, a matança (inclusive de crianças), e, segundo, o sofrimento psicológico e físico das mulheres que foram tomadas como escravas sexuais.

Tarico observou que, embora não possa ser classificado como sadismo no sentido psicossexual clássico, esse episódio mostra a aprovação de Deus à aplicação em vítimas indefesas de sofrimento intenso e repetitivo, para obtenção de gratificação sexual ou ganho pessoal.

4 – Demonstração de força

No empenho de Moisés para libertar o seu povo da escravidão, no Egito, Deus demonstra a sua vocação para torturador, além de vingativo.

Mesmo depois de o Faraó prometer libertar os israelitas, Deus decide castigar a população egípcia, sem poupar crianças e mulheres.

Diz Êxodo 7: 3-5: “Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó, e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas. Faraó, pois, não vos ouvirá; e eu porei minha mão sobre o Egito, e tirarei meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos. Então os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando estender a minha mão sobre o Egito, e tirar os filhos de Israel do meio deles”.

O que se segue é um conjunto de perversidade contra os egípcios que preenche páginas da Bíblia.

As dez pragas que castigaram toda a população são: a água potável se transformou em sangue, rãs e sapos se espalharam por toda a região, piolhos atacaram homens e animais, o mesmo fizeram moscas, uma peste matou milhares de animais, homens e animais foram cobertos de pústulas, chuvas de granizo destruíram plantações, uma nuvem de gafanhoto atacou as plantações, uma tempestade de areia encobriu o sol por três dias, e os primogênitos de homens e de animais foram mortos.

Foi uma demonstração de força de Deus, porque, já que é tão poderoso, ele poderia ter providenciado uma solução benevolente para a libertação dos israelitas, sem impor aos egípcios tanto sofrimento.

Tarico escreveu que a perversidade divina teve o requinte de matar crianças para causar maior angústia aos seus pais.

5 - Tortura como lei

A psicóloga Valerie Tarico argumentou que, quando o povo israelita constituiu seu próprio governo, a violência foi oficializada como método de correção e dissuasão.

Um homem poderia espancar seu escravo ou escrava, desde que o infeliz sobrevivesse a dois dias.

Diz Êxodo 21: 20-21: “Se alguém ferir a seu servo, ou a sua serva, com pau, e morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado; Porém se sobreviver por um ou dois dias, não será castigado, porque é dinheiro seu”.

O Deus de Israel condenou os adúlteros à morte lenta por apedrejamento e em público:

Diz Deuteronômio 17: 5-7: “Então tirarás o homem ou a mulher que fez este malefício, às tuas portas, e apedrejarás o tal homem ou mulher, até que morra. Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. As mãos das testemunhas serão primeiro contra ele, para matá-lo; e depois as mãos de todo o povo; assim tirarás o mal do meio de ti”.

Em Provérbios há em três capítulos a recomendação para que os pais deem surra em seus filhos como método de educação.

Por exemplo: Provérbios 19:18 diz: “Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.”

6 – Tortura como instrumento de vingança

A Bíblia tem várias passagens dá respaldo à vingança por intermédio da violência.

Talvez a passagem mais bizarra seja a do profeta Eliseu que não gostou de ser chamado de calvo por alguns jovens e providenciou que duas ursas os destroçassem.

Diz Êxodo 2 Reis 2:23-24: “Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do Senhor; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos”.

Desde então não se tem notícia de alguém que tenha ficado tão enfurecido por ser chamado de calvo.

Deus recomenda a vingança mesmo contra animais irracionais, que não têm alma. Não há compaixão, porque, chifrar alguém, um boi tem de ser morto com dor e lentamente.

Diz Êxodo 21:28: “E se algum boi escornear homem ou mulher, que morra, o boi será apedrejado certamente, e a sua carne não se comerá; mas o dono do boi será absolvido”.

7 – Ameaça de tortura como intimidação

Aparecem com frequência na Bíblia advertências de que o castigo será terrível àqueles que não se arrependerem de seus pecados ou que não se converterem.

Uma delas feita por Jesus se refere a mutilações.

Diz Mateus 18:8-9: “Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo, ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno”.

8 – Sacrifício humano

A psicóloga Tarico escreveu que o sacrifício de pessoas para obter favores de deuses é certamente tão antigo quanto a humanidade, mas foi na construção do cristianismo que esse tipo de tortura alcançou seu estado de arte, por assim dizer. O Deus hebraico permitiu (ou engendrou) que seu próprio filho, um imaculado, fosse crucificado para supostamente salvar os pecadores.

E a dor e o sofrimento se tornaram características definidoras da narrativa ortodoxa da salvação cristã. A ponto de a Madre Teresa ter dito a um paciente terminal para aceitar a terrível dor que sentia como “o beijo de Jesus”. Nem Satanás seria tão perverso.

9 - Tortura eterna

Aplicar a tortura em uma só momento ou mesmo em vários deles é insuficiente para o Deus bíblico, que manda os pecadores irremediáveis e ímpios para o fogo eterno, o inferno.

A psicóloga Valerie observou que se trata da mais intensa e prolongada tortura já concebida pela mente doentia de um deus (leia-se também escritores das escrituras sagradas).

De acordo com Lucas 16:22-24, o rico também tem lugar reservado no inferno, o que revela a ideologia do ressentimento dos cristãos, conforme Nietzsche muito delineou.

Diz Lucas 16:22-24: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama”.

Jesus falou em mais de uma ocasião em “fogo eterno”, de acordo com a Bíblia.

Diz Marcos 9:47-49: “E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal”.

Outra referência ao inferno feita por Jesus aparece em Mateus 25:41: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos…”.

E, no entanto, líderes religiosos só lembram de pregar que Jesus defendia o "amor ao próximo". Mas o filho de Deus (tenha ele sido real ou não) não foi tão bonzinho como se afirma hoje. Na atualidade, ele poderia ser acusado de cometer crime contra a humanidade.

Com informação do blog de Valerie Tarico e de outras fontes, com transcrições da Bíblia Online.



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Bíblia relata mais de 2,5 milhões de mortes em nome de Deus

Paulo Lopes publicado: 14:05


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